Eterno retorno — Taller de Pensamiento Filosófico

“Peso formidable. ¿Qué ocurriría si día y noche te persiguiese un demonio en la más solitaria de las soledades, diciéndote: “Esta vida, tal como al presente la vives, tal como la has vivido, tendrás que vivirla otra vez y otras innumerables veces, y en ella nada habrá de nuevo; al contrario, cada dolor y cada […]

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STAKEHOLDER MAPPING: THE NECESSARY CHALLENGE

It becomes more and more difficult to understand the environment we live (country, city, neighborhood, school, work, etc.) and interact with our professional and personal stakeholders.

Developing a stakeholder mapping seems not so difficult. Nevertheless, it is not easy to identify our main stakeholders and sub-stakeholders. The list is exaustive.

After developing the list, we must analyze which kind of relationship does our company have with each group and where it wants to go to strenghten it. Is this group strategic for the company? In which sense? Reputation? Growth?  Constructive feedback for our products and solutions?

Moreover, we need to establish plans to have an interactive dialogue with our targeted groups – panels, meetings, surveys, focus groups, participation in projects.

Our stakeholders, including employees, are the most valuable assets. Let´s treat them as they desearve. IMG_5187

 

 

 

 

Início do ano, novos (ou velhos) propósitos

Perder peso, dedicar mais tempo à família, ser mais paciente e melhorar em todos os aspectos, viajar mais, ler mais, fazer mais exercícios.

Todos os anos tenho uma lista interminável de desejos. Este ano a lista não muda, mas tento ser mais realista com o que sou, o que posso ter, o que é possível fazer. A ambição segue alta, mas com um toque mais realista.

Cada vez estou mais convencida de que é preciso buscar os momentos de felicidade aguda: em uma viagem à praia, um passeio diferente à montanha (no nosso caso, na neve – ainda parece algo muito “exótico” para nós, uma exposição de arte, um jantar ou viagem com o marido, levar a criançada para fazer o que gostam, pintar com eles, brincar com eles, aprender a cozinhar, um bom vinho, um projeto ambicioso no trabalho, descobrir a cidade onde vivo. A lista também é interminável. Há momento de tristeza? Sim, no trabalho e a nível pessoal. Particularmente, mais no trabalho. Chega um momento em que parece que nos sentimos um pouco “estacionados”, apesar de estar fazendo tudo com a energia de um recém-formado. O nível de exigência, no entanto, só aumenta. Quando comparo a vida que o meu pai teve no trabalho com a minha, a diferença é abismal. Hoje, com as novas tecnologias, não conseguimos desconectar. Nas férias, preciso levar o computador. Ele virou uma parte tão fundamental da lista “do que levar” como roupas, sapatos, casacos ou sandálias. Nos chamam,”postamos”, vemos, respondemos, “gostamos”. O cérebro não descansa. Por isso gosto tanto de tomar sol. Essa meia horinha em que estou sozinha, sem ver telefone, sem responder, sem andar, só recebendo os raios de sol, o calor. Desejo muitos momentos de sol para mim e para todos. Feliz 2016 a todos!

Família

Dedico essa primeira “entrada” no meu bloco pessoal à familia, especialmente ao meu pai e mãe. Devo quase tudo o que sou a eles. E isso me faz pensar todos os dias no enorme desafio de  transmitir valores aos meus filhos. Ter nascido onde nasci (em uma cidade tão dinâmica como São Paulo), ter tido uma infancia e adolescência tão maravilhosas (acho que poucos acreditariam que brincava na rua, com muita liberdade), tendo frequentado os colégios que frequentei e tendo os exemplos que tive em casa moldaram o meu caráter e influenciaram e influenciam tudo o que faço hoje. Ver o meu pai ler os jornais no final de semana, a minha mãe prestar atenção a cada uma das nossas necessidades, ir ao teatro com eles, viajar para a praia quase sempre, fazer todos os cursos que quis fazer, ter a flexibilidade que tive. Que privilégio! Meus avôs faleceram cedo, mas também lembro com muito carinho quando dormia na casa da minha avó Cléa, lia e ia à missa com ela, e via “Viva a noite”; quando almoçava todo domingo na vovó Gabi, com o mesmo menú mas achando que era a comida mais maravilhosa do mundo (espaghetti bolonhesa e frango à milanesa), brincar com o meu primo Pitiu na casa dos meus tios Cléa e Paulo, e ter inveja do seu boneco “Falcon”.  Não sei se seguirei falando sobre a familia, sobre educação (outra tema apaixonante), sobre o mundo corporativo, comunicação –  e provavelmente tenha que criar uma página específica  –  mas o primeiro “post” tinha que ser sobre a família, as origens. Além disso, preciso destacar o que é a minha família hoje, um marido inteligente, bem-humorado e paciente e os filhos mais maravilhosos do mundo. Sei que pode parecer “piegas” e um mundo cor-de-rosa. Não, nem tudo é cor-de-rosa, mas possuo o melhor “arco-íris”, a melhor combinação que poderia ter.

Content is everything

Social media is making a revolution in the way we communicate as individuals and within the corporations. Although we need to believe on the power of social media tools and increase the use of twitter, Facebook and others instruments to inform with transparency and follow and be seen by various stakeholders and better understand the new trends, we need to avoid being frivol, redundant and to post to say we post.

Especially in the companies and managing Corporate Communications, the most fundamental aspect is to write good content. Storytelling – respecting the culture and tone of voice of the companies – is the best we can develop to make our enterprises attractive for our audience. In this aspect, it is fundamental to have good professional with writing skills and sensibility to translate the jargon of the companies and be heard by the society. From internal to external communications, content is EVERYTHING.

A seat at the table

One of the most motivating trends that I experienced recently in my career is the deserved merit to the Public Affairs professionals. We are not at the best level but we have gain a “seat at the table”. We are involved in all strategic announcements, we know in advance about divestitures, sales, key projects and the CEOs ask for our counseling. Our profession is hard; we dedicate so many hours to make the best use of communications, to choose the right word to the right situation and to the right stakeholders. We are there in crisis; we are the support everyday for simple employee communications to a letter to a deputy asking for changes in the law that will benefit our company – and, in theory, the society. We are the ones that need to believe first. After, we need to make all employees believe. Often we are Human Resources, we are the middle managers in distinct areas, we are the speakers and we prepare the speakers. We get desperate when our CEO changes the prepared speech; we get desperate when he or she makes unfortunate comments in an employee forum. We are the vigilantes, the visible faces. This is tiring, but much more exciting than ever. Ideally we should be as well at the origin of the key decisions. We will arrive there.